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metamorfoses

voltei à morenice...
os longos cabelos de sereia estão em casa, num saquinho, à espera de novos dias de transformação.
acabei por me aperceber de uma forma mais intensa de como o meu corpo é um precioso instrumento de trabalho. foi a primeira transformação radical da minha "carreira". as outras sempre se conseguiram com menos esforço. cada vez sinto mais necessidade de estar num ginásio, de criar em mim estrutura para poder receber as personagens. o corpo tem de estar tão ginasticado como a alma.
saber dançar, cantar, sapatear, ler muito, ter aulas de história outra vez (agora que me interesso), de caracterização, de produção... tantas tantas coisas que me faltam... vou aprendendo às pinguinhas com a prática e a necessidade. mas precisava de me preparar melhor. quem sabe, se as coisas melhorarem, me possa meter num Holmes Place ou contratar um personal trainer... eheheheh

Comentários

O Estranho disse…
Olha que bem, cuidar do corpinho! Hum... Ora aí está um "conselho" que devia seguir... Mente insana em corpo são...

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writer's block

considerando o Polegadas, imaginem que faziam um post para aqui. sobre o que seria e porquê? se quiserem, enviem mesmo um texto. quem sabe não sai publicado... ;)

wc cheap&chic makeover

ora passámos disto para isto quem diz que uns pés-descalços do subúrbio não podem ter um Roy Lichtenstein na banheira? com direito a um armário exclusivo para viagens sensoriais ao passado, recheado de pequenas antiguidades da higiene e cosmética por nós coleccionadas através de incursões a drogarias de bairro. trabalho feito por uma equipa de dois, em 8 dias, por um terço do preço que custaria mandar fazer por "profissionais". há por aí alguém que precise dos nossos serviços de consultoria? fazemos orçamentos grátes e vamos a casa...

conjecturas de inspiração vagamente escatológica*

*que se transformou num romântico dueto de classe - ou dinâmica de um relacionamento condenado à partida a um abanamento de cabeça enquanto se rumina entredentes o[s] ditado[s] "só se estraga uma casa" e|ou "um diz mata, o outro diz esfola" eu só disse mata : há qualquer coisa de big brother nas engenhocas públicas demasiado modernas. eu já brincava com os parques de estacionamento em que uma voz diz "bem vindo ao parque não sei do quê, insira o seu cartão. obrigado e boa viagem". dizia "a senhora deve sofrer muito, ali enfiada todo o dia". ou "diz-se obrigadA, ó estúpida". mas pronto, passava. agora mais tétrico é nas casas de banho... não sei. aquela coisa de uma pessoa fazer o xixizito [meio de pé para não contactar com nada daqueles cubículos] e ainda está a subir a calça já o autoclismo, por sua auto-recreação, faz a descarga, no "exacto momento preciso". não sei. fico sempre a pensar se o sensor não será uma aldrabice. s...