segunda-feira, 4 de maio de 2009

koniec*



obrigada, Vasco Granja.

apesar de agora eu ser a única pessoa no país a admitir (sem medo de calúnias intelectualóides) que na altura achava os bonecos checos uma seca. são, ainda assim, silhuetas vivas que guardo na memória de dias compridos de algodão doce.

enfim, mesmo assim, sempre criança, a gostar de bonecos. a fazer bonecos.

graças a si.

*fim, em checo.

3 impressões digitais:

colher de chá disse...

andas pouco por aqui.
como eu...

ainda faz o mesmo sentido? :P

Beijos

polegar disse...

ando pouco por estar longe. é diferente de quando estava todo o dia num escritório e este era o meu ponto de fuga, claro.

no entanto, continua a ser o meu porto de abrigo.

macaso disse...

Li a conversa em cima. Sim... um porto de abrigo.

Eu gostava do vasco granja, como gostamos de alguém que faz parte das nossas memórias iniciais. Mas na altura lembro-me que não fazia mal dizer que não se gostava e até era um pouco ridicularizado o programa.
Eu gostava do vasco mas não de uma série de bonecos esquisitos que lá apareciam. pelo menos era assim que eu pensava na altura. agora nem sei o que penso. tens razão que é intelectualmente correcto dizer que era tudo o máximo. Continuo a dizer que ficou-me na memória e por isso faz parte da minha vida.


PS: Porque é que que antigamente a palavra apresentada para o comentário ser aceite era uma palavra sem nexo e agora são plaavras muito mais interessantes? Por exemplo, agora calhou-me Wrusnar. fantástico!!!