Avançar para o conteúdo principal

ao que sabes?




exposição de fotografia pin-hole . o beijo
do nosso [e muito meu] querido espanta-espíritos
no restaurante alfândega, ao campo das cebolas
a partir de 14 de fevereiro.

os beijos, os "quases". onde é que a nossa realidade acaba? onde começa a fantasia que inspirámos? porque nos reconhecemos na película?
os protagonistas são quem quisermos que seja. somos nós.

o método é do passado. a paixão é eterna.
a vida é uma caixa de chocolates, dizia o outro.
não podia estar mais de acordo. também é com uma caixa de chocolates que se tiram fotografias... ou melhor, que alguns loucos apaixonados fazem fotografias...

aqui as palavras são secundárias. a primazia é ao olhar, ao olfacto, ao sabor, à memória, à surpresa das coisas simples.

e, a isto, chama-se concretizar ;)

um grande obrigada aos amigos - que nos encontram, nos abrem portas e nos fecham nos armários quando é preciso :)

Comentários

pinky disse…
epáaaaa tenho k ir vêr isso até qd é q está?
polegar disse…
vai ficar pelo menos um mesito, no Alfândega. espero q apareças lá. e se tiveres amigos ricos que queiram comprar fotos... trá-los contigo!

Mensagens populares deste blogue

writer's block

considerando o Polegadas, imaginem que faziam um post para aqui. sobre o que seria e porquê? se quiserem, enviem mesmo um texto. quem sabe não sai publicado... ;)

wc cheap&chic makeover

ora passámos disto para isto quem diz que uns pés-descalços do subúrbio não podem ter um Roy Lichtenstein na banheira? com direito a um armário exclusivo para viagens sensoriais ao passado, recheado de pequenas antiguidades da higiene e cosmética por nós coleccionadas através de incursões a drogarias de bairro. trabalho feito por uma equipa de dois, em 8 dias, por um terço do preço que custaria mandar fazer por "profissionais". há por aí alguém que precise dos nossos serviços de consultoria? fazemos orçamentos grátes e vamos a casa...

q.b. de q.i.

como é sabido, neste centro de escritórios funciona também uma das maiores agências de castings do país. há enchentes, vagas de gente daquela que nos consegue fazer sentir mais baixos e mais gordos do que o nosso próprio e sádico espelho. outras enchentes há de criancinhas imberbes que nos atropelam no corredor de folha com número na mão. as mães a gritarem hall fora "não te mexas que enrugas a roupinha" ou "deixa-me dar-te um jeitinho no cabelo ptui ptui já está"... e saem e entram e sentam-se e entreolham-se naquele ar altivo as meninas muito compridas e muito fininhas, do alto ainda mais alto dos seus tacões e com a mini-saia pendurada no osso da anca, que o meu patrão já diz "deixem passar dois anos que elas começam a vir nuas aos castings... pouco falta... têm é de vir de saltos altos... isso é que já não descolam dos pés!" bom, nesses dias aceder à casa de banho é um inferno. é que elas enfiam-se lá dentro nos seus exercícios de concentração preferid...