vivam as grandes mentes iluminadas do espectáculo teatral. as beatrizes tontas, os cornucópicos da palavra longa, o teatro experimental, as banhadas do teatro comercial, as canastrices clássicas de vanguardismo bacoco, as gajas e gajos nus sem contexto nem justificação, as peças longas e chatas feitas ao quilómetro e não a metro, que também são chatas, as poses forçadas, o texto aos arranques, o naturalismo irreal, as encenações que ninguém entende, os umbigalismos da mensagem, as cançonetas brejeiras, os pseudo castings a amigos e amigados, a porra de 99% do teatro português. haja dinheiro para isto tudo, que o que interessa é produzir cultura e não fazê-la chegar ao público.
Eu não conheço a peça, mas parece ser caso para dizer: dasse! E quem é que paga? O pobo que prefere ficar em casa a ver Floribela. Se calhar até tem razão!
Não percebes? É o vazio do indivíduo perante a opressão social de uma massa dominante informe, acéfala, que castra o impeto sonhador perante a multidão consumista. É a força contemplativo do vazio, o Homem e Deus na busca peréne de um sentido, de um caminho para acalmar a mágoa de sermos de uma geração sem raizes, sem rumo nem referências. É o Ser e o seu Oposto. Não percebes?
não possooooooooooooo não acreditoooooooooooo!!!!!!!! eu li o texto!!! não pode ser!!!!! viva a liberdade de expressão, a honestidade e a GRANDECISSIMA LATA qu'é pa verem o que é bom pá tosse!
simão: é um bocado isso, é. por aqui se vêem os critérios do júri...
mpr: dassssssss! ;)
colher: o texto foi, obviamente filtrado, escortanhado e tratado por yours truly... e foi ele deu algum nexo ao projecto. mas não deveria ter um efeito tão... positivo... :S
Comentários
as beatrizes tontas, os cornucópicos da palavra longa, o teatro experimental, as banhadas do teatro comercial, as canastrices clássicas de vanguardismo bacoco, as gajas e gajos nus sem contexto nem justificação, as peças longas e chatas feitas ao quilómetro e não a metro, que também são chatas, as poses forçadas, o texto aos arranques, o naturalismo irreal, as encenações que ninguém entende, os umbigalismos da mensagem, as cançonetas brejeiras, os pseudo castings a amigos e amigados, a porra de 99% do teatro português.
haja dinheiro para isto tudo, que o que interessa é produzir cultura e não fazê-la chegar ao público.
E quem é que paga? O pobo que prefere ficar em casa a ver Floribela.
Se calhar até tem razão!
viva a liberdade de expressão, a honestidade e a GRANDECISSIMA LATA qu'é pa verem o que é bom pá tosse!
simão: é um bocado isso, é. por aqui se vêem os critérios do júri...
mpr: dassssssss! ;)
colher: o texto foi, obviamente filtrado, escortanhado e tratado por yours truly... e foi ele deu algum nexo ao projecto. mas não deveria ter um efeito tão... positivo... :S
surpreendente (ou não...)
é a vida,,,
:)
beijinhos
PS: Muito fashion o cabelo da polegar;)
elisa: não tem, mesmo... e o cabelo tem mais pinta no desenho LOL
Que paciência a tua...