segunda-feira, 2 de abril de 2007

abrigo

deves estar a chegar. eu é que não dou pelos teus passos. a tua pele já não se faz avisar pelo aroma delicado que viajava antes de ti pelos corredores. eu sei, deves estar aí mesmo a aparecer. estou no sítio de sempre. a enrolar o tempo entre os dedos. a desenhar-lhe telhados. sempre gostei de telhados.

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