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estranhas formas de comum.

Comentários

celofane disse…
Enrolar o cabelo num ritual refinado de lânguidos movimentos circulares que convergem na elaboração de um pequeno nó. O prazer culmina no instante preciso da concisa dissolução do nó, despoletar de êxtase onde preponderante algo de mais excitante, explode a nua tensão num despejo fluido de um acontece e o Universo resplandece em toda a sua densa congruência unitária. Ambivalência binária de dualismo assumido, reflexão redundante de tanto tempo perdido, o nó compõe o todo como componente integrante da globalidade pensada e sem ele nada faria sentido.
Anónimo disse…
sande: que palavras magníficas. pode, sim, ser interpretado como expuseste... mas o meu nó é outro... um beijinho